Todo escritor conhece uma história de terror.

O arquivo que corrompeu. O notebook que morreu. A pasta que foi apagada. O pendrive que sumiu dentro de uma gaveta tão profunda que talvez tenha virado mitologia.

O pior é que, quando isso acontece, ninguém quer ouvir uma palestra sobre disciplina digital. A pessoa quer só uma coisa:

― Pelo amor de Deus, me diz que existe outra cópia.

Essa cópia precisa existir antes do susto. De preferência várias. E, no Momo, a ideia é que o escritor não precise virar técnico de infraestrutura para proteger o próprio livro.

O Momo trabalha com o livro dentro de um projeto. Esse projeto tem manuscrito, referências, imagens, arquivos de apoio, configurações e tudo que ajuda aquela obra a existir sem ficar espalhada em cinco aplicativos.

Na aba Backup, você pode configurar o backup automático do projeto inteiro:

  • ativar ou desativar o backup automático;
  • definir o intervalo entre backups;
  • visualizar backups existentes;
  • recuperar uma versão anterior quando alguma coisa sair do lugar.

A documentação de atalhos e backup mostra onde essa configuração fica.

Isso muda a sensação da escrita. Você continua responsável pelo livro, claro, mas não precisa escrever com aquela voz no fundo da cabeça dizendo:

― E se eu perder tudo agora?

Essa voz já tem emprego demais.

O arquivo em escrita também precisa de rede de proteção

Seção intitulada “O arquivo em escrita também precisa de rede de proteção”

Tem um tipo de perda menor, mas igualmente irritante: você está no meio de uma cena, mexe em um parágrafo, apaga uma parte sem querer, testa uma versão ruim, fecha o arquivo e percebe que queria voltar dois minutos no tempo.

O Momo também mantém backups do arquivo que está sendo escrito. Não é só uma cópia grande do projeto no fim do dia. São proteções frequentes para o trabalho que está vivo naquele momento, frase por frase, cena por cena.

Isso não transforma revisão em viagem no tempo perfeita. Ainda bem, porque ninguém merece encontrar todas as versões da mesma metáfora às três da manhã. Mas dá margem para errar, testar, mexer e recuperar o que não deveria ter ido embora.

Para quem escreve livro longo, essa margem vale muito. O problema raramente é um único desastre cinematográfico. Às vezes é uma tarde confusa, um corte apressado, um arquivo fechado sem pensar.

A área de trabalho pode morar no Google Drive ou Dropbox

Seção intitulada “A área de trabalho pode morar no Google Drive ou Dropbox”

Além dos backups automáticos do Momo, a área de trabalho continua sendo uma pasta real no seu computador.

Isso é importante.

No Momo, a Área de Trabalho no disco permite que você escolha onde seus projetos ficam. Se essa pasta estiver dentro do Google Drive, Dropbox ou iCloud, o serviço de nuvem sincroniza a área de trabalho do mesmo jeito que sincroniza outros arquivos.

Você pode, por exemplo:

  • criar a área de trabalho dentro do Google Drive;
  • usar uma pasta do Dropbox como raiz dos projetos;
  • deixar uma cópia sincronizada no iCloud;
  • copiar manualmente backups importantes para outro lugar quando quiser guardar um marco.

O Momo cuida dos backups do projeto e do arquivo em escrita. A nuvem entra como camada externa: se o computador quebra, a área de trabalho ainda tem uma chance boa de estar em outro lugar.

Camada é uma palavra sem charme, eu sei. Mas quando o manuscrito sobrevive, ela fica linda.

Backup automático protege o processo. Exportar marcos protege momentos importantes.

Sempre que terminar uma fase, vale gerar uma cópia:

  • fim do primeiro rascunho;
  • antes da revisão estrutural;
  • antes de enviar para leitor beta;
  • antes da diagramação;
  • antes da publicação.

O Momo exporta DOCX, PDF e EPUB conforme a etapa. O post sobre EPUB, DOCX ou PDF ajuda a escolher formato.

Esses arquivos não substituem o projeto. Eles são fotografias do livro em uma data específica. Bons para enviar, arquivar, comparar e lembrar que, sim, em algum momento aquela bagunça virou uma versão legível.

Backup bom não deveria virar ritual místico.

O escritor não precisa terminar o capítulo e sair correndo atrás de pendrive, pasta compactada, e-mail para si mesmo e promessa de organizar tudo no domingo.

O fluxo ideal é mais silencioso:

  • o Momo salva e protege o que você está escrevendo;
  • o projeto inteiro entra no backup automático;
  • a área de trabalho pode sincronizar com Google Drive, Dropbox ou iCloud;
  • versões importantes viram exportações em DOCX, PDF ou EPUB.

Você escreveu meses para cuidar de um livro, não para confiar tudo a um único arquivo chamado livro-final-final-3.md.

O manuscrito merece redundância. Palavra feia, sensação boa.