Importar manuscrito antigo parece mudança de casa.

Você abre caixas que nem lembrava. Encontra capítulo duplicado, cena cortada, arquivo com data no nome, arquivo sem data, versão final, versão final mesmo, versão final boa, versão final boa corrigida.

Tudo tem valor sentimental.

Quase nada tem ordem.

Antes de importar tudo, crie três pilhas:

  • texto que entra no livro;
  • referência ou pesquisa;
  • arquivo antigo para guardar, mas não editar.

Essa separação evita que o novo projeto já nasça cansado.

No Momo, a importação pode levar arquivos para dentro de um projeto novo ou existente. A documentação sobre importar para o projeto mostra esse caminho.

Nomes antigos contam a história do desespero.

capitulo2novo.docx
capitulo2novo-revisado.docx
capitulo2-agora-sim.md

Renomeie com calma. Prefira ordem e função:

capitulo-02-a-casa-vazia.md
referencia-cidade-antiga.md
notas-versao-2025.md

Primeiro o manuscrito principal.

Depois referências.

Depois imagens, PDFs e DOCX de apoio.

Arquivos não-textuais podem entrar como referência e visualização. A página sobre imagens, PDFs e DOCX explica essa parte.

Depois de importar, não saia escrevendo no meio da poeira.

Confira:

  • capítulos na ordem certa;
  • títulos internos;
  • arquivos duplicados;
  • notas esquecidas;
  • referências importantes;
  • tarefas de revisão.

Importar bem é fazer o manuscrito antigo caber em uma casa nova sem trazer todas as caixas quebradas para a sala.