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O Jardim de palavras

Um jardim em pixel art que cresce com o que você escreve. A cada tanto de palavras novas, o Momo (o bobo da corte de chapéu com guizos) planta uma semente, rega, e ela vira broto, botão e flor. Seis flores fecham um terraço, e o próximo se abre um degrau mais alto no Olimpo.

A janela do Jardim de palavras no degrau 2, no Jardim de Héstia: a casa, os canteiros com três flores e o Momo no caminho. Embaixo, a indicação "Ouvindo a musa", a frase "Sua semente já tem uma casa", quantas palavras faltam para o broto nascer e a barra de progresso em 301 de 320 palavras novas.

O jardim começa como um chip no rodapé do editor: uma árvore e um número, que é quantas palavras faltam para o próximo passo. Clique nele para prender o painel ao canto inferior direito do editor. De lá dá para abrir o jardim numa janela própria.

Ele também liga e desliga em Ferramentas → Jardim de palavras.

  • Degrau — a altura em que você está no Olimpo.
  • O nome do terraço — começa no Jardim de Héstia.
  • Seguindo — a vista acompanha o Momo. Use as setas para rever terraços antigos e Seguir para voltar a ele.
  • Flores e terraços — quanto você já cultivou.
  • O que o Momo está fazendo — por exemplo, Ouvindo a musa.
  • O próximo passo — quantas palavras faltam para plantar, fazer o broto nascer, formar um botão ou abrir uma flor, com a barra de progresso.

O jardim conta só palavras novas. Apagar texto não desfaz nada, revisar não custa nada, parar não custa nada. Ele é recompensa, não cobrança: a medida do dia continua sendo a meta diária, no rodapé.

Cada terraço é o jardim de alguém. O primeiro é o de Héstia, com a casa e o fogo que não apaga ao lado da porta. Depois vêm os das nove Musas, cada um com o santuário dela:

TerraçoO que tem
CalíopeO pergaminho
ClioOs rolos, com a coruja no telhado
ÉratoO roseiral
TaliaA máscara da comédia
MelpômeneA máscara da tragédia
PolímniaO coro de colunas
TerpsícoreO pátio
EuterpeA lira
UrâniaO observatório

Dez terraços fecham uma volta; a seguinte começa mais alto. O céu conta a altura: no sopé há ciprestes; na encosta, a serra; mais acima, nuvens na altura dos olhos; no cume, o Panteão. A partir do degrau 5, Pégaso cruza o céu de vez em quando.

Sem palavra nova chegando, o Momo vive a vida dele: passeia, pesca no lago, vê TV, ouve música, cozinha ou ouve a musa (a lira que paira ao lado dele). De vez em quando chove, com trovões; ele fica um pouco na chuva e depois corre para casa. E às vezes um deus dá uma passada pelo terraço: Zeus com o raio, Poseidon com o tridente, Hermes voando com o caduceu.

Assim que uma palavra nova vira um passo, ele larga o que estava fazendo e vai ao canteiro. Trabalho é trabalho.